quinta-feira, 4 de agosto de 2005
A Fantástica Fábrica de Chocolate
segunda-feira, 1 de agosto de 2005
O Clã das Adagas Voadoras
terça-feira, 26 de julho de 2005
O Castelo Animado
quarta-feira, 20 de julho de 2005
Team America - World Police
segunda-feira, 11 de julho de 2005
Quarteto Fantástico
Mais uma adaptação dos Gibis para os cinemas estreou por aqui, se trata de "Quarteto Fantástico", os primeiros heróis do Universo Marvel finalmente chegaram com força as telas de todo o mundo. Em 1994 já tinha sido feito um longa sobre a história do quarteto mas que nunca chegou as telas, missão que agora é complementada com louvor.
Sou meio suspeito para falar de gibis, afinal de contas sou fã confesso dos mesmos, mas essa adaptação ficou muito bem realizada, um pequeno nível abaixo de filmes como "Homem-Aranha" e Batman Begins", o que não tira em nenhum momento o brilho do longa.
Contando a história de Reed Richards (Ioan Gruffud), Ben Grimm( Michael Chiklis), Susan Storm (Jessica Alba, simplesmente linda, soberba, maravilhosa....) e Jonnhy Storm (Chris Evans), e o acidente que os transformou em Sr. Fantástico, O Coisa, Mulher Invisível e o Tocha Humana. O único senão do filme é que a montagem inicial e a apresentação dos personagens é muito rápida, dificultando um pouco o entendimento para aqueles que não conhecem a história.
Tudo começa quando o falido Reed Richards, procura seu amigo de universidade e dono de um império Victor Von Doom para financiar uma missão sua em busca de alternativas para mudanças de DNA. Apesar da briga que envolve os dois, a missão acontece e sofre um desastre, deixando seus tripulantes completamente alterados e falindo as empresas de Von Doom. Aos poucos, os integrantes vão percebendo suas mudanças, inclusive Von Doom que se torna o Dr. Destino e busca a todo custo vingança contra os fantásticos e as pessoas que lhe tiraram o poder da empresa.
Com boas tramas paralelas como a transformação de Ben Grimm em O Coisa e sua rejeição pelo mundo e pela própria mulher (uma analogia de como quem é diferente é rejeitado), ou o relacionamento de Reed e Sue, o filme se desenvolve de maneira correta, deixando os fãs do Quarteto bastante satisfeitos. Vale muito a pena ser visto esse filme, apesar dele e claro pela Jessica Alba.
sábado, 9 de julho de 2005
O Opositor
domingo, 19 de junho de 2005
O retorno mais que sombrio do Homem Morcego
Acho que já falei isso aqui antes em janeiro no texto que colocava a ansiedade e a esperança sobre a chegada de um novo filme do Batman nos cinemas e que quando moleque, tipo 7,8 anos, meus grandes heróis eram o Homem Morcego e o Capitão América (antes de Luke Skywalker, Homem Aranha e milhões de outros tantos), se este último me fascinava acho que pelos ideais corretos, o Batman ia na contramão, com seu lado sombrio, seu desejo de vingança e sua eterna briga pessoal.
Tinha uma porrada de gibis e até hoje guardo com todo o zelo, "A Morte de Robin", "O Cavaleiro das Trevas" e "Batman: Ano Um", entre aquelas que decidi ficar depois de velho. No cinema os filmes sobre o personagem meio que decepcionaram, apesar Tim Burton ter dirigido os dois primeiros e conseguido bons momentos, como o Coringa de Jack Nicholson e a Mulher Gato de Michelle Pfeifer, algumas mudanças na trama e a condução com um Batman não tão sombrio quanto o que estava acostumado, meio que decepcionou. Depois que o "fazedor de sucessos" Joel Schumacher pegou a franquia, aí foi que o negócio desandou mesmo, ficando insuportável ver a desfiguração do personagem, fazendo hibernar tudo em volta pelos idos de 1997.
Eis que a DC Comics resolveu reviver o personagem, principalmente devido ao sucesso da rival Marvel e suas excelentes adaptações de Homem Aranha e X-Men. Entre seus maiores protagonistas estavam dois ícones da cultura pop, Batman e Superman ("Superman Returns" chega as telas no ano que vem), sendo que o último já tinha uma seqüência de filmes muito bons, enquanto o primeiro não podia ter seu desastre continuado no cinema. A DC resolveu então investir nessa guerra contra a Marvel, começando com "Constantine", mas é através de "Batman Begins" que estreou nos cinemas de todo o país na ultima sexta é que ela entra com tudo na batalha.
Sobre o comando do diretor Crhistopher Nolan do excelente "Amnésia" e no papel de Bruce Wayne pela primeira vez um grande ator, como Cristian Bale dos excelentes desempenhos em "Psicopata Americano" e "Operário", o novo filme do Homem Morcego não decepciona. Calcado na minissérie "Batman: Ano Um" do mestre Frank Miller, contando a história desde o início e principalmente configurando a trama nos motivos que levam um bilionário sair pela cidade vestido de morcego e enfrentando bandidos, atraído pelo duo vingança e justiça, se constitui um grande filme, tanto na parte técnica quanto no desempenho convincente da maioria dos atores do elenco.
Com um elenco estelar e devidamente à vontade, com nomes como Michael Caine (Mordomo Alfred), Gary Oldman (Tenente Gordon) Liam Neelson (Henri Ducard), Ken Watanabe (Rah´s Al Gui), Morgan Freeman (Fox), Rutger Hauer (Earle), Katie Holmes (Rachel Dawson), entre outros, finalmente se construiu um filme a altura e importância do personagem. Vale muito a pena assistir.
sábado, 11 de junho de 2005
Volver neles!!!
Hoje falarei sobre a banda Volver de Recife e o excelente disco de estréia dos caras, chamado "Canções perdidas num canto qualquer", lançado pela Senhor F. Formada há dois anos por Diogénes (Guitarra), Fernando (Baixo), Doug (Bateria) e Bruno Souto (guitarra e vocal), a banda faz um rock vigoroso, para cima, com letras inteligentes, sem muita pretensão mas de uma energia arrebatadora.
Grata surpresa para mim, que não conhecia antes de Abril Pro Rock deste ano. Vi o show, comprei o disco e me surpreendi com a qualidade do som dos caras. Todo o disco é bom e podia facilmente tocar na rádio e na mtv se as mesmas não tivessem um sério problema em tocar música de qualidade (na maioria das vezes).
Canções como "Você que pediu" que abre o disco, candidatissima a hit em qualquer lugar, "Mister Bola de Cristal" e os destaques do disco "Lucy" e "Máquina do Tempo" (essa é emocionante), são de ouvir, ouvir e nunca cansar. Mais uma grande banda a surgir nesse Brasil tão repleto de coisas boas, mas que ficam meio que subjugadas ao fatídico termo "alternativo". Procurem escutar. Tenho certeza que vão gostar.
Blog dos caras: http://www.bandavolver.blogspot.com/
Bem bacana.
terça-feira, 31 de maio de 2005
"The Minus 5 - Down The Wilco" - The Minus 5 - 2003
segunda-feira, 30 de maio de 2005
Edukators
Há muito tempo atrás haviam acaloradas discussões sobre os males do capitalismo, sobre a luta de classes, distribuição de renda, o capital como vilão para todos os males da humanidade e coisas do tipo, vindo da doutrina esquerdista, de revoluções marxistas e de movimentos radicais. Ok, não faz tanto tempo assim, e até hoje ainda ouvimos ecos pelos cantos do mundo. Acontece que tanta coisa mudou em tão pouco tempo que parece que isso já tem milhares de anos, anos de guerra fria, de URSS, de socialismo radical, do Muro de Berlim.
Entrando nesse clima, surpreendeu-me muito o filme alemão "The Edukators" do diretor Hans Wein Gartner, pela contexto em que é inserido e da forma que determinados temas são absorvidos e demonstrados. Situado na Berlim atual, dois amigos Jan (Daniel Brul do excelente "Adeus Lênin") e Peter (Stipe Erceg) se auto denominam "Os Educadores", invadindo mansões de milionários, remexendo os móveis, bagunçando os objetos, mas sem roubar nada, apenas deixando mensagens como: "Seus dias de fortuna estão contados", seguindo sua própria revolução e sua concepção de "luta" contra o "sistema capitalista".
Em determinada parte do filme entra em ação Jule (Julia Lentsch) uma garota bonita, singela, namorada de Peter que se junta aos Educadores e desenvolve um triângulo amoroso na trama com Jan, que na verdade é o que menos vale no filme (que acima de tudo pode-se chamar de "romance"). Quando as coisas passam do limite e eles são obrigados a seqüestrar um de seus alvos, as relações descambam, verdades são corrompidas, mentiras se tornam habituais, ideologias são ratificadas e o mundo toma uma proporção infinitamente superior ao que pode ser.
Durante o longa são jogadas teorias e ideais pelos quatro cantos, em uma mesma mesa pode-se ter uma discussão de todos os lados dessa moeda, no entanto sem ter verdades absolutas, ou razões confirmadas. Esse é o grande mérito do filme. Apoiado no excelente desempenho do trio de protagonistas com atuações mais do que convincentes, entramos em mundo que parecia meio perdido e até analisamos os nossos ideais de outrora e a forma com que vivemos hoje em dia. Nos identificamos com argumentos de ambos os lados e acabamos por pensar um pouco, só isso já valeria a pena para ver o filme, além do fato de ser excelente.